segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
1 ano.
Hoje não é um dia feliz.
Já faz 1 ano, mas eu ainda choro quando lembro de você. Ano passado, essa hora, eu recebia a notícia da sua morte e chorava com esperanças de estar sonhando. Foi difícil me conformar.
Tinha a vida inteira pela frente...
Sempre teve tudo que queria mas, depois, faltou-lhe o principal. Ela não sabia como lhe dar. Carinho e atenção não são comercializáveis.
Mas você, sempre esperto, achou onde comprar. E não faltaram pessoas dispostas a vender. Muitas vezes em gramas, talvez você tenha precisado de quilos...A vida é mais fácil quando nos sentimos protegidos, seja como for.
Depois que você partiu foram tantas as histórias...e eu me perguntava: será que é a mesma pessoa? Certeza que não!
Nunca vi você fazer planos, não queria responsabilidade, complicar pra que? Parecia até que já sabia a vida curta que teria, queria aproveitar ao máximo! E assim fez.
Sempre que quiser me visitar será muito bem vindo...com o cabelo de milho, faces rosadas, olhar de menino arteiro.
Até um dia, Fê.
Já faz 1 ano, mas eu ainda choro quando lembro de você. Ano passado, essa hora, eu recebia a notícia da sua morte e chorava com esperanças de estar sonhando. Foi difícil me conformar.
Tinha a vida inteira pela frente...
Sempre teve tudo que queria mas, depois, faltou-lhe o principal. Ela não sabia como lhe dar. Carinho e atenção não são comercializáveis.
Mas você, sempre esperto, achou onde comprar. E não faltaram pessoas dispostas a vender. Muitas vezes em gramas, talvez você tenha precisado de quilos...A vida é mais fácil quando nos sentimos protegidos, seja como for.
Depois que você partiu foram tantas as histórias...e eu me perguntava: será que é a mesma pessoa? Certeza que não!
Nunca vi você fazer planos, não queria responsabilidade, complicar pra que? Parecia até que já sabia a vida curta que teria, queria aproveitar ao máximo! E assim fez.
Sempre que quiser me visitar será muito bem vindo...com o cabelo de milho, faces rosadas, olhar de menino arteiro.
Até um dia, Fê.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Comemoração
Já fazia um tempo que não me olhavam nos olhos, não daquele jeito.
Eu, que há muito procuro o meu reflexo em outros espelhos;
Eu, que já me desarmei com suas doces palavras e lhe entreguei o meu olhar encantado.
O brilho da sua íris, gritando de desejo, conduziu os meus movimentos.
O gosto do proibido é indescritível, ou não seria proibido.
Eu, que há muito procuro o meu reflexo em outros espelhos;
Eu, que já me desarmei com suas doces palavras e lhe entreguei o meu olhar encantado.
O brilho da sua íris, gritando de desejo, conduziu os meus movimentos.
O gosto do proibido é indescritível, ou não seria proibido.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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